20.6.13
19.6.13
17.6.13
Façam um favor a vocês mesmos...
e leiam este texto. Sem dúvida, das melhores prosas que li nos últimos tempos. E já agora, quem ainda não o fez, toca a acompanhar a Carrosel Magazine, que é dos projectos mais interessantes que giram por aí.
Séries para que vos quero
Começo a achar que o meu vício em séries está a tornar-se perigosamente patológico. Estou, incansavelmente, à espera de um sem número de novas temporadas. Vamos a factos:
Girls - 3ª temporada, prevista para o início do próximo ano;
Breaking Bad - 2ª parte da 5ª, e última, temporada prestes a sair do forno: nunca mais é Julho, Heisenberg.
Downton Abbey - a 4ª temporada começa a 5 de Janeiro de 2014. Caraças, ainda vou penar para saber o que vai acontecer depois da desgraça que caiu em cima do Robert.
The Americans - 2ª temporada no início de 2014. Mas quando exactamente? Não sei, ninguém sabe. Isso deixa-me com alguns afrontamentos. É a melhor série destas todas e a Keri Russel é linda de morrer. Sacana.
The Following - 2ª temporada no início do próximo ano. Mete o Kevin Bacon, o bocado de mau caminho do James Purefoy (onde é que ele andou este tempo todo?) e uma seita de serial killers viciados em livros do Edgar Allan Poe.
True Blood - a 6ª estreou ontem. On-tem. Vou respirar para um saco.
Girls - 3ª temporada, prevista para o início do próximo ano;
Breaking Bad - 2ª parte da 5ª, e última, temporada prestes a sair do forno: nunca mais é Julho, Heisenberg.
Downton Abbey - a 4ª temporada começa a 5 de Janeiro de 2014. Caraças, ainda vou penar para saber o que vai acontecer depois da desgraça que caiu em cima do Robert.
The Americans - 2ª temporada no início de 2014. Mas quando exactamente? Não sei, ninguém sabe. Isso deixa-me com alguns afrontamentos. É a melhor série destas todas e a Keri Russel é linda de morrer. Sacana.
The Following - 2ª temporada no início do próximo ano. Mete o Kevin Bacon, o bocado de mau caminho do James Purefoy (onde é que ele andou este tempo todo?) e uma seita de serial killers viciados em livros do Edgar Allan Poe.
True Blood - a 6ª estreou ontem. On-tem. Vou respirar para um saco.
looks we love
Nova rubrica, vespertina (dentro dos meus horários, vá), onde partilho outfits de encher o olho. Marcamos às segundas-feiras para alegrar o início da semana, deal? Esta já conta.
16.6.13
15.6.13
Amy, a cabra cansativa
Tenho um problema sério com expectativas demasiado altas. Sempre que leio óptimas críticas de um livro, filme, álbum e por aí fora, a obra em questão cai em descrédito quando lhe pego. Está a acontecer-me isso com o "Em Parte Incerta" e agora empanquei no livro há mais de um mês. É bom, sim, é bem escrito, mas daí a ser um livro que vá "ficar comigo o resto da vida" como se escreveu por aí, não sei não.
É verdade que não sou grande adepta de livros policiais e fico mais entusiasmada pela possibilidade do David Fincher passar a história para filme do que ler o calhamaço de enfiada. Ainda assim estava à espera de ficar super curiosa e entusiasmada q.b. com o que aconteceu à malfadada Amy, de quem já me fartei um bocadinho. Nada a fazer: já percebi que a probabilidade de o ter acabado numa semana, como muita boa leitora, só aconteceria se a crítica internacional não lhe tivesse estendido tapetes vermelhos.
Para tornar tudo mais entediante, obrigatório e um suplício, não gosto de deixar livros a meio. Julgo que só posso avaliar a história se conseguir chegar ao fim e acabo por não agarrar outro livro - e tantos que estão em espera a gritar pick me! pick me! Vou, como sempre, dar-lhe uma oportunidade, na esperança da Amy aparecer, morta ou viva, da maneira mais surpreendente possível, e com o jogo psicológico mais invertebrado de todos os tempos. Vamos ver se hoje lhe pego.
É verdade que não sou grande adepta de livros policiais e fico mais entusiasmada pela possibilidade do David Fincher passar a história para filme do que ler o calhamaço de enfiada. Ainda assim estava à espera de ficar super curiosa e entusiasmada q.b. com o que aconteceu à malfadada Amy, de quem já me fartei um bocadinho. Nada a fazer: já percebi que a probabilidade de o ter acabado numa semana, como muita boa leitora, só aconteceria se a crítica internacional não lhe tivesse estendido tapetes vermelhos.
Para tornar tudo mais entediante, obrigatório e um suplício, não gosto de deixar livros a meio. Julgo que só posso avaliar a história se conseguir chegar ao fim e acabo por não agarrar outro livro - e tantos que estão em espera a gritar pick me! pick me! Vou, como sempre, dar-lhe uma oportunidade, na esperança da Amy aparecer, morta ou viva, da maneira mais surpreendente possível, e com o jogo psicológico mais invertebrado de todos os tempos. Vamos ver se hoje lhe pego.
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