28.1.13

Coisas que me andam a fazer falta

e estão em modo "progresso lento":

 - uma ligação de internet mais rápida
 - duas novas prateleiras na cozinha
 - desenhar um armário bonito e catita para esconder todos os instrumentos de música do A. - logística mui difícil
 - um trabalho com horários fixos, secretária e computador só meus
 - uma viagem grande num país onde não pesque nada da língua
 - organizar as duas estantes: a pequena e a que ocupa uma parede inteira da sala. uff. já me cansei só de falar nisso
 - Concertos - o Primavera Sound em Barcelona está-me debaixo de olho
 - soutiens de desporto e mais uns ténis para a ginástica
 - Acabar de ler o Anna Karenina e o Kafka à beira-mar
 - dar atenção a este estaminé
 - Adiantar mais trabalho para o projecto da enciclopédia do que aquele que defino por dia

Girls night out

Stasha. Podia ser um qualquer grito de guerra para vociferar com os dentes de fora e os olhos em bico quando o patrão nos incumbe de mais trabalho do que o humanamente possível. Podia, mas não tem nada a ver. É um restaurante no Bairro Alto, pequenino e acolhedor, onde fui jantar no Sábado com um bando de gajas das melhores que se fazem por aí. Pedi um risotto de mariscos que estava para lá de bom, e só não foi de chorar por mais porque estava bem servido, com gambas e ameijoas suficientes para um batalhão. Preço, querem vocês saber? 8€ redondos e amigos da carteira para um jantar de fim-de-semana no centro de Lisboa. Os restantes pratos que vieram para a mesa - debiquei todos seguidos de um aconchegante hummmm -  também foram escolhas certeiras e dedicadas à crise: Peixe Galo com Caril, Tranche de Salmão com sementes, e lombinhos de porco com queijo cabra. Todos mais baratos que o Risotto, 7€ para cada um, e igualmente bem servidos e saborosos. No final, depois de duas garrafas de vinho, cafés e couverts, pagámos 17,50€ cada uma e só nos pareceu rídiculo pagar 8€ por um prato de azeitonas que a F. e a J. decidiram provar. Provar, disse bem, foi embora com dois caroços roídos. Mas vá, percebe-se que tenham de ganhar dinheiro noutro lado, e nada melhor do que nas entradas e nos vinhos. O serviço é óptimo, descontraído em bom, que é como gosto mais. É certo que voltarei lá um dia destes. Depois disso, ainda fomos à Bica e ao Musicbox que certamente dispensam apresentações, e ainda bem, porque a vodka me levou a maior parte da memória digna de registo dessa noite. Mas dançámos muito, rimos ainda mais, e sinto-me a maior sortuda por ainda ter algumas amigas que permanecem na tugolândia com trabalhos dignos e ordenados ora justos, ora assim-assim. E o melhor espírito de sempre.

25.1.13

A Vida de Pi

Foi das surpresas mais fixes dos últimos tempos. Gostei tanto que me está a custar pegar noutro livro tão depressa. Vou voltar ao A. karenina, mas não deixo de o sentir como uma traição. Amanhã vou ver o filme. Estou muito curiosa.

22.1.13

1,2,3,4... Procrastinar!

Não vou ao ginásio desde quinta-feira. Hoje já recebi dois telefonemas do professor, que não atendi - tenho este problema de ser avessa à moral - para me lembrar que pago uma mensalidade bruta com vista a algum fim. Já me equipei, pus os textos para a enciclopédia de lado e gosto muito de falar nela porque parece que sou uma pessoa muito intelectual que pode escrever enciclopédias. Gosto dos senhores deste novo ginásio.

Li nos jornais online

Dois comboios. A Protecção civil corrigiu a informação.

21.1.13

TV à portuguesa

Um alfa-pendular, um intercidades e um regional chocam e descarrilam, em Coimbra. Dois dos nossos canais informativos passam um bando de bimbos a discutir bola, e o terceiro um economix aborrecido que podia muito bem ser adiado. Jornalismo português sempre em direcção ao topo das horas da morte.