Agora que a cor do verão já passou, dando lugar ao meu estimado ar de zombie, rendi-me à Benefit e foram as melhores comprinhas que fiz nos últimos tempos. O único perigo é o vício, que mulher que sou, apetece trazer tudo. Não volto à loja tão cedo.
21.11.12
19.11.12
Justiça made in burgo
Chamar a Deco e ver as empresas a meterem o rabinho entre as pernas e a nos tratarem como pequenos reizinhos.
11.9.12
Pé na estrada
Ontem fui a uma reunião e saí de lá com um projecto novo, desafiante e tanto, exactamente aquele que procurava para esta altura. Há laços que ainda me apegam ao passado, mas são poucos, e já dei passos para sair da encruzilhada. O sentido está definido. Sinto-me finalmente preparada para mergulhar num novo caminho profissional que, por ser diferente, tem medos atrelados, é certo. Por outro lado, são esses receios que me dão coragem para furar um mundo novo, para fazer coisas diferentes, e lidar com situações novas. Os passos ainda são pequenos, mas já arrancaram. Finalmente percebi que por mais difícil que seja, se quiser, ainda tenho tempo para mudar de vida.
10.9.12
Discos como nós
Ainda não fui de férias e a rentrée musical chega em grande lembrando acordes de inverno. Os Grizzly Bear já lançaram a sua e "Shields", o quarto álbum e que sai na próxima semana, está disponível via streming há uns minutos. Como já esperava, estou a cair-lhes aos pés mais uma vez. Está cheio de boas surpresas e o bom que é ter férias de verão e estas músicas no bolso.
Oslo 31 de Agosto
É dos melhores filmes que vi este ano. E dos mais deprimentes. Oslo trata da vida dentro de nós. Serve-se de um toxicodependente que sai durante um dia da clínica de recuperação onde está a ser tratado para testar a sua reintegração. Oslo faz as perguntas certas, as que raramente se fazem, o que não quer dizer que encontre respostas para o sentido da vida. O vazio interior do protagonista - Anders Danielsen Lie é dos melhores actores que vi nos últimos tempos - é perturbante. O filme é desesperançado, triste, e deixou-me praticamente muda na viagem de regresso do cinema até casa. Tem combustão lenta, não se digere facilmente. Mesmo que não nos identifiquemos com a personagem, é difícil não nos revermos em alguns episódios, em algumas questões, por mais insignificantes que sejam. É difícil não nos consumirmos num bocado daquele vazio. E, ainda assim, é um filme de uma beleza incomum do início ao fim. Joachim Trier, norueguês, vai para a minha lista de realizadores a estar atenta, e Oslo, a cidade, encaixou-se num dos próximos destinos de viagem.
9.9.12
Sweet September
Fotografia de Diogo Durval, aqui
A felicidade de ainda não ter lido os Cem Anos de Solidão sabendo que vai entrar para os meus livros da vida inteira. Começo hoje.
A felicidade de ainda não ter lido os Cem Anos de Solidão sabendo que vai entrar para os meus livros da vida inteira. Começo hoje.
Quando penso na desarrumação dele(s), quero viver sozinha.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





